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Muito além da lavoura

06.02.2018

Aspectos sociais e ambientais e relações de trabalho tornaram-se relevantes para que o País alcançasse a liderança no mercado mundial de tabaco.

Nas duas últimas décadas, além do importante papel da qualidade agronômica e industrial do tabaco exportado pelo Brasil, e da sua integridade, a sustentabilidade da lavoura tornou-se ainda mais relevante para o mercado internacional. Cada vez mais exigidos selos e normas de qualidade nos processos envolvidos na produção e no beneficiamento para ratificar as relações comerciais. São desafios que a cadeia produtiva brasileira tem vencido, um a um.

“Avançamos em aspectos com projetos voltados à sustentabilidade ambiental, com o agricultor produzindo sua própria lenha, reflorestando, preservando a mata nativa e as fontes de água, adotando sistemas como plantio direto e cultivo mínimo, e coleta das embalagens de defensivos, inclusive de outras culturas, entre outras práticas”, reconhece Iro Schünke, presidente do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco).

Segundo ele, aspectos sociais também são importantes e a cadeia produtiva tem sido bom exemplo no combate ao trabalho infantil, em ações pela saúde e pela segurança do agricultor e dos trabalhadores da lavoura, na educação voltada aos filhos dos produtores e às comunidades rurais. “Nossa região foi pioneira em muitas iniciativas que servem de exemplo não só para outras cadeias produtivas mas para outros países”, orgulha-se o dirigente.

Outra referência é a qualidade de vida do produtor de tabaco. “Em pesquisa recente, foi identificado que a renda per capita média do nosso agricultor é 70% maior do que a média do brasileiro, e apresenta bons indicadores de qualidade de vida”, explica.

Fonte: SindiTabaco