Informações técnicas

Controle Biológico e Químico

Dentre os cuidados que se deve ter com a lavoura de tabaco, as práticas do manejo integrado são umas das mais importantes. Hoje, falaremos sobre o controle Biológico e Químico.

O controle biológico constitui fator fundamental no contexto do manejo integrado, pois seus componentes representam o ponto de equilíbrio do agroecossistema, através da regulação das populações das pragas e doenças. Assim, um programa de manejo só será eficiente se houver ação dos inimigos naturais – e isso depende exclusivamente do homem para a sua perfeita interação. Nesse sentido, a preservação das matas nativas para o desenvolvimento de inimigos naturais se torna fundamental.

Existem diversas maneiras de utilizar insetos predadores (aqueles que se alimentam de outros insetos), parasitoides (que se multiplicam e se alimentam de um único inseto hospedeiro) e também de microrganismos (fungos, bactérias, vírus, etc.), controlando tanto insetos praga, como patógenos.

Já o controle químico é representado pelo uso de substâncias destinadas a eliminas e/ou impedir o desenvolvimento de organismos nocivos à cultura, sejam eles insetos praga ou patógenos. Normalmente, esses produtos são encontrados com designações específicas em função das finalidades a que se destinas – assim, uma vez definida a real necessidade do uso do defensivo, utilize sempre aqueles de baixa toxidade.

Recomendações claras sobre dosagens, formas e épocas de aplicação, bem como o descarte correto de embalagens vazias devem acompanhar o uso de agrotóxicos. Por esse motivo, siga as instruções feitas por seu Orientador Agrícola, disponibilizadas no Receituário Agronômico emitido e nas indicações dos rótulos e bulas. Esses, se registrados e autorizados pelos órgãos governamentais competentes e manipulados adequadamente com uso dos EPI’s recomendados, representam um importante recurso ao produtor na manutenção de pragas e doenças.

Não se esqueça: em caso de dúvidas, consulte seu Orientador Agrícola!